À espera de um sinal

Público não entende indicação etária

Keila Jimenez, O Estadao de S.Paulo

02 Dezembro 2009 | 00h00

Há quase três anos em vigor, a classificação indicativa dos programas de TV ainda não foi completamente entendida pelos telespectadores. Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Justiça, cerca de 21,5% das pessoas ainda não reconhecem na TV os símbolos da classificação indicativa. Para 15,8% dos entrevistados, os símbolos de conteúdo inadequado e idade apropriada para os programas aparece rápido demais na tela, e 12,5% reclamam que falta áudio associado para melhor compreensão.

O estudo, realizado com 4004 pessoas, metade adultos, metade crianças e adolescente, foi uma encomenda especial para o Seminário Internacional de Classificação Indicativa, que aconteceu nos 26 e 27, em Brasília, visando entender a quantas andam as novas regras.

Segundo 42,3% das crianças e adolescentes do estudo, a mãe é responsável por escolher a programação que eles assistem na TV, ante 19,4% que acreditam ser o pai o responsável por isso. Entre as maiores preocupações dos pais sobre a influência da TV em seus filhos, a violência, 27,7%, aparece em destaque, passando por sexo 14,6%, e drogas, 12,5%.

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