A volta da Velha Guarda

Presença constante em Copas desde 82, o México correu sério risco de ficar fora da festa na África do Sul, por conta de tentativa malsucedida: dar a um técnico de renome internacional a missão de fazer a seleção jogar futebol eficiente e vistoso. O sueco Sven-Göran Eriksson criou antipatia com jogadores, imprensa e torcedores e o plano de modernidade foi por água abaixo. Com a classificação em risco, Javier Aguirre foi chamado.

, O Estadao de S.Paulo

05 Dezembro 2009 | 00h00

Treinador na Copa de 2002 e com passagem por clubes espanhóis, Aguirre achou melhor não inventar. "Quando cheguei, havia muito pessimismo. Era preciso parar de olhar para trás e se concentrar em ir à África."

Mesmo gente experiente como o zagueiro Rafa Marquez, o meia Blanco e o atacante Palência estavam desencantados com a seleção. Aguirre mudou o quadro e obteve a classificação. Agora, o desafio talvez seja ainda mais árduo. O México tem uma equipe envelhecida, e jogadores jovens, como Guardado, Castillo, Giovani dos Santos e Ochoa ainda não se firmaram.

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