ACNB firma mais dois convênios

Com a adesão das regionais do Paraná e do Acre, objetivo, agora, é expandir mais o nelore nesses Estados

O Estado de S.Paulo

03 de setembro de 2008 | 02h55

Em agosto, a Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) assinou mais dois convênios com duas associações regionais de neloristas. No dia 12, o convênio foi firmado com a Associação dos Neloristas do Paraná (Anel) e, a partir de agora, a regional passa a ser a representante oficial e exclusiva da ACNB no Estado.Para o presidente da Anel, José Carlos Romanelli, o convênio promoverá maior união dos criadores no Estado e ajudará a difundir a raça. A Anel congrega 140 associados e o objetivo é expandir esse quadro. "Com os criadores mais unidos e com mais associados, será mais fácil brigar pelo setor." A raça representa 70% do rebanho do Estado."Estamos estudando um plano conjunto de ação, visando, inclusive, a uma maior integração entre criadores do Paraná e do Rio Grande do Sul", diz o presidente da ACNB, Vilemondes Garcia.Na semana passada, foi a vez de a ACNB assinar convênio com Associação do Nelore Acreana (Anacre). "Temos clima e tecnologia para criar nelore e, a partir de agora, vamos investir no fomento da raça, com a realização de abates técnicos, parcerias com frigoríficos e promoção de leilões", planeja o presidente da Anacre, Carlos Eduardo Lobato Frota.No Acre, afirma Frota, 99% do rebanho é composto por animais nelores ou anelorados. "Com o respaldo da ACNB, iremos valorizar a raça, em termos de qualidade de carne e com preços mais competitivos para o pecuarista."Pelo convênio, as duas regionais passam a integrar a Rede Nacional do Nelore, formada pela ACNB e por outras dez regionais conveniadas. Os associados da Anel e a Anacre também são as novas integrantes do Cadastro Nacional dos Criadores de Nelore (CNN). "Os convênios prevêem ações conjuntas de fomento da raça, utilização e cessão da marca Nelore no âmbito estadual e administração e acompanhamento das exposições, além de repasses provenientes das anuidades e participações em leilões oficiais", explica Vilemondes.

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