ACSP recomenda que grevista repense forma de protesto

Metroviários paralisaram as atividades a 0h desta quarta-feira

Agência Estado,

23 Maio 2012 | 19h53

SÃO PAULO - "A categoria dos metroviários deveria repensar um movimento deste no cenário atual, pois é de conhecimento público que a sua média salarial é superior a de outras categorias profissionais também úteis à nossa população", diz, em nota à imprensa, o presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Rogério Amato, referindo-se à greve dos metroviários realizada nesta quarta-feira, 23, na capital de São Paulo.

A paralisação dos funcionários do Metrô, segundo a nota, trouxe grandes prejuízos a toda a sociedade. "Além do transtorno físico e psicológico gerado, toda a cadeia econômica da maior cidade do País foi afetada pelas ausências e atrasos ocorridos. Os cidadãos foram penalizados com um clima de agressão e um cenário de violência em muitos bairros".

Segundo Amato, "o direito de protestar de um, alguns ou uma categoria inteira de trabalhadores não deve, de maneira nenhuma, prejudicar de forma tão cruel o dia a dia de uma cidade com mais de 11 milhões de pessoas. É sabido que muitos, nesta quarta-feira, não conseguiram chegar ao trabalho, à escola e nem a clínicas, laboratórios ou consultórios médicos".

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