Advogada encomendou a própria morte, diz polícia

A advogada Giovana Mathias Manzano, de 35 anos, moradora de Penápolis, a 491 quilômetros de São Paulo, teria pago R$ 2 mil para que bandidos a matassem. Segundo a Polícia Civil, o pistoleiro contratado era Wellington de Oliveira Macedo, de 21 anos, que contou com a ajuda de um rapaz de 18 anos. Macedo foi preso hoje e confirmou a suspeita da polícia de que a advogada tinha planejado a própria morte.

CHICO SIQUEIRA, Agência Estado

24 Junho 2011 | 19h35

O corpo de Giovana foi encontrado no dia 14 em um canavial, com três tiros da nuca, ao lado do seu carro, que foi incendiado. No local, a polícia também apreendeu uma carta de próprio punho em que ela se despede dos familiares. De acordo com a Polícia Civil, a advogada sofria de depressão desde a separação do marido, em fevereiro deste ano. Durante as investigações, a polícia descobriu que Giovana vinha tentando contratar um pistoleiro para matá-la.

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