Alckmin diz que congelamento de salário representa economia de mais de R$ 400 mi

Alckmin diz que congelamento de salário representa economia de mais de R$ 400 mi

Governador determinou à base aliada na Assembleia Legislativa do Estado que congele seus vencimentos para impedir efeito cascata no funcionalismo estadual em 2017

Eduardo Laguna e Daniel Weterman, O Estado de S. Paulo

16 Dezembro 2016 | 13h00

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), confirmou, durante cerimônia no Palácio dos Bandeirantes nesta sexta-feira, 16, que seu salário - que define o teto nos vencimentos dos servidores do Executivo paulista - será novamente congelado, o que vai, segundo ele, permitir uma economia superior a R$ 400 milhões por ano aos cofres do Estado. 

"Quase meio bilhão de reais vai deixar de ser gasto. É evidente que se a gente não consegue dar reajuste a quem ganha menos, não deve deixar subir para quem ganha mais", afirmou Alckmin, após participar do anúncio de incentivos à indústria na sede do governo paulista.

Reportagem publicada nesta sexta-feira pelo Estado antecipou que Alckmin determinou à base aliada na Assembleia Legislativa do Estado o congelamento de seu salário, de R$ 21,6 mil, para impedir o aumento em cascata nos altos vencimentos do funcionalismo estadual em 2017.

Aprovado na semana passada, a manutenção salarial aguarda sanção do Executivo para gerar, conforme cálculos de técnicos do governo paulista consultados na apuração da matéria, economia estimada entre R$ 406 milhões e R$ 480 milhões anuais.

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