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Alckmin insiste em 'vandalismo', mas diz que vai apurar

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) disse que um inquérito da Corregedoria da PM vai apurar a ação da tropa de choque no protesto da noite de quinta-feira, 13, contra o aumento da tarifa do transporte coletivo. "É dever da polícia proteger a população e garantir o direito de ir e vir e preservar o patrimônio público e privado. Ontem ocorreram 48 ônibus destruídos pichados, destruição de lojas e metrô", disse ao SPTV, da Globo. "Abuso já está sendo investigado. Não temos compromisso com o erro de qualquer lado. Mas queria destacar o caráter político do movimento que ocorre nas principais capitais do País e inclusive em cidade que não teve aumento de tarifa, sempre com a violência", continuou.

Agência Estado

14 de junho de 2013 | 13h49

Mais cedo, no Palácio dos Bandeirantes, o governador insistiu que o que tem se visto são atos de vandalismo e não respondeu às perguntas dos repórteres presentes. Alckmin designou o comandante-geral da PM, Benedito Meira, e o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella, para falarem com os jornalistas.

Ainda ao SPTV, Alckmin disse que manifestações são "legítimas". "A polícia acompanha as manifestações para proteger manifestantes e não prejudicar a cidade. Mas o que verificamos reiteradamente foi depredação do patrimônio público. Não é possível permitir atos de vandalismo. Estamos abertos ao diálogo. A população é pacífica. O que temos são líderes de movimento que depredam ônibus e põem fogo em ônibus, enfim, ações violentas."

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