Alckmin volta a negar necessidade de racionamento

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), voltou a negar nesta noite a necessidade de racionamento de água no estado. Segundo Alckmin, a adesão da população à campanha de uso racional de água gerou uma economia de 10%, o suficiente para afastar a necessidade de racionamento.

JOSÉ ROBERTO CASTRO, Agência Estado

01 Março 2014 | 00h12

Questionado se o discurso não seria uma maneira de encobrir o problema, Alckmin rechaçou a possibilidade. "Não tem sentido. O que é um racionamento? É redução no consumo. Mas estamos conseguindo reduzir o consumo com a própria população fazendo o uso racional da água. A adesão está ótima e é crescente", afirmou o governador, que está no camarote da Prefeitura de São Paulo, ao lado do prefeito Fernando Haddad (PT).

Alckmin destacou que seu governo é o único a estimular a economia de gás, ao invés de punir o excesso de consumo.

Nesta sexta-feira, o índice que mede o volume de água armazenado nos reservatórios do Sistema Cantareira caiu para 16,4%, um novo recorde negativo. No dia anterior, o nível estava em 16,6%.

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