Alemães deram o nome e pararam aí

Vermute é vinho, como está dito na matéria, apesar de não parecer da família que chamamos assim. Um vinho com infusão de ervas e especiarias aromáticas. Reside nisso sua graça, pois como algo de base vínica, tem alterações com o tempo e depende da origem e do vinho base para a beberagem.

Luiz Horta,

25 Julho 2013 | 02h20

Tentei achar um vermute alemão, pois o país produz vinhos, como se sabe. Não achei. Só achei bitters e destilados, alguns artesanais e saborosos, mas não são vermutes. Parece que a Itália, além de inventar a bebida, quase a monopoliza.

Em recente matéria para o Paladar sobre negronis, provei diversos e o que mais gostei se chama Carpano Antica Formula, que tem uma agradável madeira velha no cheiro, algo de estábulo, rusticidade que empresta ao líquido uma nota de autenticidade. É bom se tomado puro, e no negroni é sensacional. Que bom que agora chega ao Brasil.

No departamento de outros países, sou fã do Dubonnet, muito quinado. A história é que os voluntários da Legião Estrangeira precisavam do quinino para evitar a malária e o jeito de fazer com que o ingerissem foi misturando com vinho. Dubonnet e gim é um drinque clássico.

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