Alunos defendem colégio apontado como responsável

Na semana em que as atenções, câmeras e microfones estiveram voltados para o Colégio Christus praticamente não se ouviu frases em que os alunos questionassem uma possível má conduta da escola.

O Estado de S.Paulo

30 de outubro de 2011 | 03h05

Apesar de serem os maiores prejudicados, estudantes eram unânimes em dizer que a escola não tinha culpa - independentemente da explicação que se dê para o modo como o caderno de questões foi parar na mão dos alunos.

"O Christus não faria algo de errado. Eles não sabiam de nada", defendeu a estudante Dandhara Lima, de 16 anos, do 3º ano. "Confio plenamente no Colégio. É uma escola cristã, com valores", defendeu o vestibulando Yuri Miranda, de 17 anos. "É um colégio com 60 anos de história, a culpa só pode ser do MEC."

O Christus foi criado em 1951 pelo professor Roberto de Carvalho Rocha - pai do atual diretor, Davi Rocha. A escola é particular, mas como Roberto é teólogo escolheu São Bento como patrono da instituição. / P.S.

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