Alunos lançam manifesto contra greve na PUC-SP

Estudantes do curso de Ciência da Computação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) lançaram um manifesto contra a greve dos alunos da instituição decretada na semana passada. A paralisação foi motivada pela nomeação do professora Anna Cintra - a menos votada pela comunidade acadêmica -, para o cargo de reitora, feita pelo cardeal-arcebispo d. Odilo Scherer, grão-chanceler da PUC.

DAVI LIRA, Agência Estado

19 de novembro de 2012 | 10h17

Intitulado "Manifesto contra a greve no câmpus Marquês de Paranaguá", na Consolação, centro de São Paulo, alguns alunos dessa unidade alegam que não foi representativa a assembleia realizada pelo Centro Acadêmico de Ciências Exatas, entidade estudantil que decidiu aderir à greve. "Parece que não mais de 40 alunos que estavam presentes decidiram por todos nós", diz Lucas Cardeal, aluno de Ciências da Computação e um dos organizadores do manifesto. Para ele, a greve é "oportunista", já que era prevista a possibilidade de nomeação do candidato menos votado.

Postura também defendida pela chapa "A PUC vale a pena", da reitora nomeada. Em nota, a chapa afirma que a escolha foi legítima e seguiu as regras do processo eleitoral.

Mesmo com a greve, que conta com professores e funcionários, a previsão é de aulas normais em alguns cursos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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