Alvo de críticas, presidente não se manifesta

Alvo das críticas, o presidente do Conselho de Administração da Abrinq, Synésio Batista da Costa, não quis dar entrevista. Nota divulgada no site da entidade, no fim da tarde, explicou apenas que o Conselho de Administração é deliberativo e, portanto, "compete-lhe fixar a orientação geral e traçar as diretrizes" da entidade, que "passa por maior profissionalização, despersonalização" e busca novas fontes de recursos no Brasil e exterior.

, O Estado de S.Paulo

29 Abril 2010 | 00h00

"A Abrinq vive uma crise de governança, com sérios riscos à imagem da instituição e de todo o setor", diz Fernando Rossetti, presidente do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (Gife), que reúne os maiores investidores sociais do País, entre eles a Abrinq. Segundo a nota divulgada no site, 89% do orçamento de 2009 foi aplicado "nas atividades fim da organização", beneficiando "275 mil", número a ser ampliado em parceria com a Save the Children, que fará aporte de US$ 5 milhões para projetos com a entidade.

Além da fundação, Costa é presidente da associação de fabricantes de brinquedos. Economista especializado em marketing, tem no currículo as associações de produtos ópticos e de instrumentos musicais, o Conselho Regional de Economia e empresas como a Estrela e o Instituto da Qualidade do Brinquedo e de Artigos Infantis, órgão que certifica brinquedos. / A.C.

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