Americano que matou médico que fazia aborto é condenado à prisão perpétua

Americano que matou médico que fazia aborto é condenado à prisão perpétua

Um juiz do Estado do Kansas, nos Estados Unidos, condenou ontem à prisão perpétua Scott Roeder, que há quase um ano matou um médico que praticava abortos. Roeder só poderá sair em liberdade condicional quando tiver cumprido 50 anos de sua condenação.

AP, O Estadao de S.Paulo

03 Abril 2010 | 00h00

Segundo o juiz Warren Wilbert, a pena foi mais dura porque, durante o julgamento, os promotores demonstraram que, antes do assassinato, Roeder tinha espionado por algum tempo sua vítima, o médico George Willer. Wilbert também rejeitou a possibilidade de que Roeder recuperasse sua liberdade pagando uma fiança após 25 anos de encarceramento.

Roeder matou a tiros o médico quando distribuía programas de uma igreja em maio do ano passado. Durante a audiência, o americano, de 52 anos, admitiu ser culpado e comparou os abortos a um assassinato premeditado. Roeder afirmou que não se arrependia do crime e argumentou que fez isso para "salvar outras vidas". /

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