Amor e medo dividem a avenida no desfile da Tom Maior

Com enredo sobre a adrenalina, a Tom Maior iniciou seu desfile por volta das 1h30, com o abre-alas que traz um painel de batimentos cardíacos. À frente do abre-alas, a escola trouxe uma passista grávida de sete meses.

FABIANA CAMBRICOLI E MONICA REOLOM, Estadão Conteúdo

14 Fevereiro 2015 | 02h38

A escola busca a superação depois que, no ano passado, o carro abre-alas quebrou antes de entrar na avenida. "Explosão de adrenalina" é o nome do primeiro carro, que não teve problemas esse ano ao ingressar no sambódromo.

No carro da abertura da Tom Maior, sete bailarinos faziam acrobacias dentro de uma esfera formada por barras de ferro. O círculo, instalado no topo da alegoria, estava a cerca de dez metros do chão.

Falando sobre sentimentos que provocam adrenalina, a Tom Maior trouxe também várias alas com alusão ao amor. Uma delas era formada somente por bailarinas que fizeram, em meio ao samba, passos típicos do balé.

Na ala das bailarinas, uma das componentes perdeu o acessório e teve de interromper o desfile por alguns segundos para recolocá-lo. No segundo carro alegórico, um dos destaques também deixou o chapéu cair e, por estar em estrutura suspensa da alegoria, não conseguiu recuperar a peça. Fantasias incompletas podem fazer a escola perder pontos.

O terceiro carro da Tom maior fez referência a histórias de medo e terror, sentimentos também ligados à adrenalina. Na alegoria, o destaque é para a representação da jovem protagonista do filme "O Exorcista". A escultura gira a cabeça, como a cena do filme que mostra a menina possuída. Fantasias de Freddy Krueger e barata também passaram pela avenida.

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