ANS contesta estudo da APM com usuários de planos

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) rebateu ontem pesquisa da Associação Paulista de Medicina (APM) que aponta que 77% dos usuários de planos de saúde no Estado de São Paulo já tiveram problemas ao buscar atendimento. Segundo a ANS, o estudo não reflete a situação atual, pois foi realizado antes da suspensão da venda de planos com grande número de reclamações, em julho.

BRUNO DEIRO, Agência Estado

17 de agosto de 2012 | 09h05

"As entrevistas foram feitas em maio, anteriormente à medida de suspensão da comercialização de 268 planos de saúde de 37 operadoras", disse a ANS, citando novas medidas de controle e a imposição de prazos para consultas, exames e cirurgias.

A APM, porém, criticou a eficácia das ações. Segundo a entidade, os prazos não são cumpridos e alguns usuários levam até três meses para marcar consulta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

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