Apelação na medida

Atração quer ibope com temas sérios

Keila Jimenez, O Estadao de S.Paulo

28 de novembro de 2009 | 00h00

Primeiro foi o Roberto Justus, no SBT. Depois, o CQC da Band. Na terça-feira, foi a vez do E-24, da Band, perder para o Superpop em audiência. É assim, passeando com certa frequência pelo terceiro lugar e chegando à média de 6 pontos de audiência, que Luciana Gimenez quer se manter em 2010. Tudo isso, apelando o mínimo possível.

"Nesses dois dias em que batemos a Band em audiência não tinha mulher pelada, não tinha barraco. Falamos sobre Nostradamus", conta Luciana, que mantém a eterna promessa de acabar com a baixaria do programa, mas agora, com o pé no chão. "Não me iludo achando que não vamos mais tocar nesses assuntos, porque em um programa diário é difícil não cair no que o povão quer ver", explica ela.

Para ter mais tempo para a produção do Superpop, Luciana até pensa, mais adiante, em reduzir a exibição do programa para três dias por semana. Torce também, sem segredo, para que o marido, o vice-presidente da RedeTV!, Marcelo Carvalho, desista da ideia de virar apresentador na emissora. "Eu casei com um empreendedor, não com um artista", reclama ela. "Quem sabe ele desiste, né?"

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