Apenas 1% das instituições atinge conceito máximo em avaliação

Entre as universidades e faculdades mais bem avaliadas pelo ministério, 10 são públicas e 15 são particulares

Lígia Formenti e Lisandra Paraguassú, O Estado de S.Paulo

14 de janeiro de 2011 | 00h00

Apenas 1,2% das instituições de ensino superior do País alcançou a nota 5, a mais alta do Índice Geral de Cursos (IGC). Das 2.137 que foram avaliadas, 25 obtiveram essa pontuação - 10 públicas e 15 particulares.

A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) não participam da avaliação do Ministério da Educação, por terem autonomia universitária e discordarem da metodologia.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, tentou afastar a ideia de que poucas instituições ofertam ensino de qualidade. "O sistema é referenciado. Isso significa que sempre haverá parte das instituições com nota 1 e 2."

Do total, 44,2% tiveram nota mediana, 3. Os resultados mostram que 32,7% tiveram as notas mais baixas, 1 e 2. E universidades apresentaram o melhor desempenho: 5% tiveram nota 5 e 25,6%, nota 4. Além disso, instituições públicas foram melhor que particulares.

Entre as pagas, 0,6% tiveram nota 5; entre as públicas, 6,4%. A superioridade também foi aparece nos porcentuais de instituições nota 4.: das públicas, 27,3% alcançaram o índice; entre as particulares, 3,3%.

Haddad elogiou as universidades federais: "Ali está a qualidade". Entre os cursos de Medicina, por exemplo, a melhor nota foi a da Universidade Federal do Mato Grosso: 4,02.

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