Apertadas na lata, mas safradas

Conhecidas como o "foie gras do mar", as sardinhas em lata millésimées são feitas com os melhores ingredientes e manuseadas com extremo cuidado para preservar o peixe. Na embalagem costumam ter estampado o ano em que foram enlatadas e algumas podem ser guardadas por até dez anos. É nesse período de guarda que sabores complexos começam a se desenvolver. Durante o processo de envelhecimento é preciso virar as latas com frequência para a cura ser homogênea.   Veja também: Em festa de sardinha bacalhau não pia As várias facetas do peixinho   Esta aí ao lado (da safra de 2008) foi produzida pela Wenceslas Chancerelle, em Douarnenez, na Bretanha. Com 150 anos, a Wenceslas Chancerelle é considerada a conserveira mais antiga do mundo. Suas millésimées são produzidas em disputadas edições limitadas.    

Cíntia Bertolino,

25 Março 2010 | 09h53

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