Após 43 dias, professores de Salvador encerram greve

Os professores da rede municipal de Salvador decidiram na manhã de hoje voltar às atividades, depois de 43 dias entre paralisação de advertência e greve. Reunidos na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), na capital baiana, os educadores resolveram aceitar a proposta da prefeitura de reajuste de 3% nos salários e mais dois avanços de referência - progressão linear dos professores no plano de cargos e salários -, um retroativo a maio e outro a ser realizado em setembro. Cada avanço corresponde a 2,5% de aumento salarial.

TIAGO DÉCIMO, Agencia Estado

08 Julho 2009 | 15h57

Os professores reivindicavam reajuste de 9,01% nos salários e inclusão de plano de saúde entre os benefícios empregatícios, o que também foi garantido pela prefeitura. Como, durante o período de greve, houve o recesso de meio de ano - entre 19 de junho e o último dia 5, na rede de ensino baiana -, os 180 mil alunos da rede ficaram 21 dias letivos sem aulas. Elas serão repostas aos sábados, até o fim do ano, e em dois feriados.

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