Apreendida dinamite que seria usada em presídios de SP

Servente foi preso na segunda-feira e admitiu que negociava a venda dos explosivos com detentos

Solange Spigliatti, estadao.com.br

25 Setembro 2008 | 14h19

A polícia apreendeu na manhã desta quinta-feira, 25, seis invólucros contento material explosivo, em um terreno no Jardim Rosana, zona sul da cidade. Os policiais da Delegacia de Repressão a Roubo a Bancos (DRRB) do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) descobriram as dinamites depois da prisão do servente Francisco Joaquim de Araújo Júnior, o Aleijado, de 23 anos, que admitiu manter negociações com presidiários para o uso do material em muralhas de presídios.   As investigações começaram em agosto, após a explosão ocorrida em uma das muralhas da penitenciária Adriano Marrey, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Os levantamentos levaram os policiais até Aleijado. Ele era foragido do CDP Belém e apresenta passagem por roubo. A prisão aconteceu na segunda-feira, 22, na Rua Vitorino de Oliveira. Mas só nesta quinta o preso revelou o local onde escondia os artefatos.   Além de seis invólucros de explosivo, os policiais da DRRB apreenderam oito retardadores, dois iniciadores eletrônicos e pavios detonantes. As investigações tentam identificar qual era o destino do material.

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