Arqueólogos chineses descobrem túmulo de 2.500 anos

É a primeira vez arqueólogos chineses encontram um esqueleto tão completo no sul do país, o que ajudará no estudo da estrutura óssea humana dessa época

Agencia Estado

02 Julho 2007 | 08h55

Arqueólogos chineses descobriram um túmulo com 47 caixões de 2.500 anos na província de Jiangxi, no leste da China, informou nesta segunda-feira a agência de notícias "Xinhua". É o maior grupo de caixões achados em um mesmo túmulo. Feitos de uma madeira pouco comum chamada "nanmu", os cientistas acreditam que os caixões pertencem à época da Dinastia Zhou (770-221 a.C.). No último domingo, os arqueólogos abriram um dos caixões e encontraram um esqueleto quase completo e um tecido humano identificado como parte do cérebro. Apesar de seu tamanho reduzido, os arqueólogos disseram que o tecido apresenta estrutura completa de um cérebro, com dois hemisférios e cerebelo. "É a primeira vez que encontramos um esqueleto tão completo no sul da China, o que ajudará no estudo da estrutura óssea humana dessa época", declarou o paleoantropólogo Zhu Hong. Junto aos restos humanos também foram encontrados objetos de ouro, bronze, seda, porcelana e jade. A descoberta pode ajudar os arqueólogos a desvendar os costumes sociais, ritos funerários e o modo de vida na região.

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