Associação defende juízes que soltaram pedreiro em GO

O presidente da Associação dos Magistrados do Distrito Federal, Aiston Henrique de Sousa, divulgou hoje uma nota em defesa dos juízes Luiz Carlos de Miranda e Luciana Yuki Fugishita Sorrentino, que atuaram no processo que resultou na soltura do pedreiro Admar de Jesus, assassino confesso de seis meninos na cidade goiana de Luziânia.

AE, Agência Estado

13 de abril de 2010 | 19h27

"É reconhecido o profissionalismo com que os referidos magistrados atuaram no caso, aplicando a jurisprudência e a lei vigente à época do fato, baseando-se em laudos técnicos", afirma Sousa.

De acordo com o presidente da associação, o aperfeiçoamento do sistema de Justiça criminal depende da atuação dos outros Poderes e não do Judiciário. "Os magistrados não podem ser criticados por falhas que não são suas", conclui Sousa na nota.

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