Atendimento com helicóptero é promessa de Haddad

Durante a campanha à Prefeitura de São Paulo, o prefeito eleito Fernando Haddad (PT) visitou a sede do Samu paulistano e prometeu trabalhar para que o serviço tenha também um helicóptero como meio de atendimento a casos de extrema urgência. Em setembro, dias antes do primeiro turno das eleições, Haddad disse que o serviço seria viável a um baixo custo. Ele afirmou que seriam cerca de R$ 200 mil mensais, mas que buscaria R$ 50 mil no governo federal. Haddad não deu prazo para que o serviço de aeromédico do Samu fosse implementado.

O Estado de S.Paulo

30 Dezembro 2012 | 02h05

O petista cogitou a possibilidade de dividir os custos do aeromédico com prefeituras das outras 38 cidades da Região Metropolitana. A assessoria de imprensa de Haddad afirmou que ele vai manter os compromissos assumidos na campanha. Mas não citou prazo para que o helicóptero esteja em funcionamento.

Segundo a diretoria do Samu, esse seria o primeiro helicóptero do Sistema Único de Saúde (SUS) com características específicas para atendimento médico na cidade. As aeronaves são maiores que os Águia, usados pela Polícia Militar e pelo Corpo de Bombeiros - caberiam nelas até duas macas com vítimas, além do espaço para um médico.

"Com um helicóptero, vai cair muito mais o tempo de resposta", diz o diretor do Samu, coronel Luiz Carlos Wilke. Segundo ele, tanto Haddad quanto o próximo secretário da Saúde, deputado federal José de Filippi Jr. (PT-SP), se comprometeram a contratar o aeromédico. / F.F.

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