Austríaco Fritzl pega prisão perpétua por estupro e morte

O austríaco Josef Fritzl foi condenado à prisão perpétua na quinta-feira por manter em cativeiro e estuprar a filha em um porão por 24 anos, ter sete filhos com ela e causar a morte de um deles, ainda recém-nascido.

REUTERS

19 de março de 2009 | 10h59

Fritzl, 73 anos, havia se declarado culpado de incesto, estupro, escravidão, coerção e assassinato, por negligência, na morte de um recém-nascido no subsolo. Ele inicialmente negou as acusações de assassinato e escravidão, mas reverteu sua alegação após assistir ao depoimento em vídeo de 11 horas de sua filha Elisabeth, exibido no tribunal na terça-feira.

Fritzl foi considerado culpado de assassinato do bebê, a acusação mais grave, porque ele não buscou ajuda, apesar de saber que a criança corria risco de morte.

(Reportagem de Sylvia Westall)

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