Autoridades sul-africanas são presas por 'fraude' em funeral de Mandela

Seis funcionários de alto escalão do governo da África do Sul foram presos nesta segunda-feira por uma suposta fraude relacionada ao funeral do ex-presidente Nelson Mandela em dezembro, informou a polícia.

REUTERS

23 de junho de 2014 | 18h48

Milhões de sul-africanos e mais de 70 líderes mundiais compareceram aos eventos em homenagem ao líder antiapartheid e prêmio Nobel da Paz que morreu em 5 de dezembro de 2013 aos 95 anos.

A unidade de investigação da polícia de elite "Falcões" afirmou que as prisões estão relacionadas a fraude, lavagem de dinheiro e corrupção e alcançam o montante de seis milhões de rands, ou 565.200 dólares.

Dois proprietários de empresas de transporte também foram presos um mês atrás, elevando para oito o número de pessoas sob investigação por defraudar o governo durante o memorial de Mandela.

“Os seis milhões (de rands, moeda local) deveriam ser para pagar o transporte de balsa da comunidade ao funeral, mas a localidade para onde disseram tê-la transportado nem sequer estava agendada para a cerimônia”, disse o porta-voz da unidade, Paul Ramaloko.

Os funcionários compareceram ao tribunal e foram soltos sob fiança. O julgamento foi marcado para 1º de setembro, afirmou Ramaloko.

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