Avivistas protestam contra intolerância religiosa no Irã

A Comissão de Combate à Intolerância Religiosa promoveu na manhã deste domingo um protesto silencioso para lembrar os seis milhões de judeus mortos no holocausto, além de protestar contra a perseguição religiosa imposta aos Bahá''í e a política de segregação aos homossexuais no governo do presidente iraniano Mahoumud Ahmadinejad.

PEDRO DANTAS, Agência Estado

16 de maio de 2010 | 11h56

Os ativistas marcaram as areias da Praia de Ipanema, na altura da Rua Farme de Amoedo, seis mil mãos carimbadas com o número mil. Eles pediram que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva interceda junto a Ahmadinejad, durante a visita ao Irã, para que cessem as perseguições religiosas e os direitos humanos entre na agenda política do governo daquele país. O Brasil contaria com 30 mil adeptos da religião Bahá''í.

"A questão nuclear não está isolada na vida política iraniana. Ela está em um contexto de autoritarismo e violência. Lula não pode esquecer quem é Ahmadinejad quando visita o Irã. O presidente iraniano combate a diversidade religiosa e sua política é exatamente o contrário do que acontece no Brasil em termos de tolerância", disse Michel Gherman, da Juventude Judaica do Rio de Janeiro e integrante da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa.

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