Bancários confirmam greve nacional a partir de terça-feira

Os bancários iniciam uma greve nacional a partir da meia-noite de terça-feira, atingindo bancos públicos e privados, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que coordena o Comando Nacional dos Bancários.

REUTERS

26 de setembro de 2011 | 21h24

O objetivo da paralisação, por tempo indeterminado, é "pressionar a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) a retomar as negociações e apresentar uma proposta que atenda às reivindicações da categoria", informou a entidade em comunicado nesta segunda-feira.

A categoria recusou proposta de 8 por cento de reajuste, feita pela Fenaban, durante a quinta rodada de negociações, na sexta-feira.

"Isso significa apenas 0,56 por cento de aumento real, continuando distante da reivindicação de 12,8 por cento de reajuste (5 por cento de ganho real mais a inflação do período)", afirmou o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, Carlos Cordeiro.

Os bancários reivindicam ainda fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades e inclusão bancária sem precarização.

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