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Bandeiras brancas substituem bandeiras de partidos

Bandeiras brancas marcaram a manifestação de segunda-feira, 17, à noite. Os gritos mais comuns exigiam uma marcha sem violência. E a cada sinal de excesso por parte de manifestantes mais exaltados, a massa vaiava e chiava.

BRUNO RIBEIRO E BRUNO PAES MANSO, Agência Estado

18 de junho de 2013 | 07h40

Alguns jovens tentaram subir em ônibus na Avenida Brigadeiro Faria Lima, mas foram vaiados e tiveram de recuar. Na mesma via, dois jovens picharam uma agência do Santander e foram criticados pela massa. Logo atrás, um outro grupo limpou o que eles tinham rabiscado. Quando a multidão passou pelo Shopping Iguatemi, que fechou as portas antes da manifestação, os gritos de "sem violência" ficaram mais fortes.

Nem os Black Blocks (tropa de choque anarquista) encontraram voz na manifestação. O grupo havia pedido que os participantes usassem preto, mas pareceram não ter conseguido mobilizar as massas. Em vez do preto, o verde e o amarelo ganharam destaque. Muitos manifestantes usavam camisetas do Brasil, pintavam o rosto e cantavam o Hino Nacional.

Delegacias

Advogados voluntários se colocaram a postos nas delegacias perto da Faria Lima para ajudar manifestantes, em um esforço desnecessário. A falta de ocorrências poupou o trabalho dos profissionais que se mobilizaram por meio das redes sociais.

No 14.º DP (Pinheiros), cerca de 20 advogados se revezaram no plantão. O advogado Gabriel Queiroz disse que sobrou boa vontade. "Vim para cá e vi que nem precisava de tantos."

No escritório da advogada Camila Guedes, um grupo trocava mensagens de celular. "Ficamos monitorando o trajeto", disse Camila, que ficou no 78.º DP (Jardins).

O advogado Yan Gomes Miguel, que já havia trabalhado em outros protestos, preferiu ficar no meio da multidão, no Largo da Batata. "Fiquei de olho para ver se haveria algum abuso ou detenção injustificada, mas o protesto foi totalmente pacífico." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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