Beira-Mar pede à Justiça para fazer curso à distância

Um recurso do sistema via Internet de visitas virtuais do Presídio Federal de Campo Grande está sendo solicitado pelo traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar. Ele quer utilizar a estrutura para fazer aulas à distância sobre Gestão Financeira, curso escolhido depois de desistir de estudar Direito dentro da penitenciária.

JOÃO NAVES DE OLIVEIRA, Agência Estado

07 de junho de 2010 | 19h29

Na semana passada a Justiça Federal de Mato Grosso do Sul negou autorização para fazer o curso. A negativa foi justificada pelo fato de que não existe infraestrutura dentro da penitenciária.

Hoje o advogado de defesa Luiz Gustavo Bataglin, explicou que entrou com pedido no Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-SP), visando a utilização do sistema já existente no local. "Basta um computador com acesso à Internet para que ele possa assistir às aulas".

O advogado observou que outros presos do local realizaram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não conseguem realizar os cursos que pretendem devido às dificuldades impostas pela Justiça Federal. "Para quê fizeram o Enem então?", questionou.

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