Bicampeão que não empolga

Já virou rotina o Uruguai disputar a repescagem das Eliminatórias por não conseguir ficar entre os quatro primeiros da América do Sul. Às vezes consegue chegar à Copa, outras não. Desta vez conseguiu, derrubando a Costa Rica. Mas o que poderá fazer na África do Sul com uma equipe composta por jogadores que não se importam muito em jogar futebol e têm por hábito confundir jogo viril com violência pura e simples?

, O Estadao de S.Paulo

05 Dezembro 2009 | 00h00

O Uruguai que vai voltar a disputar um Mundial depois de oito anos é bem diferente daquela potência que ganhou os títulos de 1930 e 1950, ou mesmo de equipes um pouco mais recentes, que contavam, em épocas diferentes, com jogadores do naipe de Mazurkiewicz, Pedro Rocha, Montero Castillo, Ruben Paz e Dario Pereyra. Em crise técnica e financeira, o futebol uruguaio já não produz grandes talentos. O time dirigido por Oscar Tabarez tem a rigor um craque: Forlan. Perez e Suarez não passam do campo de promessas. Outro bom jogador é o raçudo Lugano.

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