Boliviana se emociona ao ver filha beijada pelo papa

Rio, 27/07/2013 - A boliviana Luciana Campos, de 27 anos, nunca pensou que um dia teria sua filha beijada pelo papa. Morada da favela do Pavãozinho desde que chegou ao Rio, há oito anos, ela trabalha em Copacabana todos os dias vendendo artesanato. Sua primeira filha, Emili, nasceu faz pouco mais de um mês e acompanha a mãe todo dia, já que ela não tem ninguém para cuidar do bebê enquanto trabalha.

RODRIGO BURGARELLI, Agência Estado

27 de julho de 2013 | 20h04

Depois de ver o papa passar na sua frente duas vezes nessa última semana - e beijar um monte de bebês nesse trajeto -, Luciana resolveu arriscar. Pediu que sua sobrinha levasse Emili a frente da multidão. Ela conseguiu abrir caminho entre um grupo de argentinos e entregou o bebê a uma voluntária. "Não acredito que deu certo. Ela levantou minha filha e o papa parou e deu um beijo na testinha dela", contou.

A família de Luciana é católica e frequenta uma capela que celebra missa em espanhol na mesma favela em que vive, para a comunidade andina que vive ali. "É emoção demais", afirmou. (Rodrigo Burgarelli, enviado especial)

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