Bombeiros ainda trabalham em local da queda de avião em Santos

O Corpo de Bombeiros ainda trabalha para resgatar os corpos das vítimas que estavam a bordo do avião que caiu em Santos e causou a morte do candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, nesta quarta-feira.

GUSTAVO BONATO, REUTERS

13 Agosto 2014 | 16h32

O avião em que o ex-governador de Pernambuco viajava decolou do Rio de Janeiro na manhã desta quarta-feira em direção ao litoral paulista, onde o candidato cumpriria agenda de campanha. O acidente matou as sete pessoas a bordo da aeronave, segundo os bombeiros, e deixou outros seis feridos que estavam no solo.

De acordo com a Aeronáutica, a aeronave arremeteu quando se preparava para o pouso no Guarujá devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave Cessna 560XL.

"Os corpos estão num estado delicado, é difícil fazer a remoção", disse o capitão Marcos Palumbo, do Corpo de Bombeiros de Santos, que estava no local do acidente.

Trabalham no local 45 bombeiros e não há previsão sobre a finalização dos trabalhos.

O avião caiu entre uma residência e uma academia de ginástica no bairro residencial do Boqueirão, região central de Santos.

Seis moradores do local tiveram ferimentos leves e foram levados à Santa Casa da Misericórdia de Santos. Apenas um bebê de um ano e meio seguirá em observação, enquanto os outros cinco feridos já receberam alta, disse a assessoria de imprensa da entidade.

"Teve muita fumaça, barulho, explosão. A sensação era que uma guerra tinha começado aqui", disse Fernando Estriga, dono de uma banca de jornal que fica a 20 metros do local da queda e correu para ajudar a retirar moradores, pois houve fogo no local.

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