Carro alegórico da Mancha Verde teve um princípio de incêndio

O último carro alegórico da escola Mancha Verde teve um princípio de incêndio após o fim do desfile, que foi controlado sem causar maiores problemas. Ainda não há informações sobre o que teria causado o princípio de incêndio.

Estadão Conteúdo

14 Fevereiro 2015 | 00h57

A passagem do último e quinto carro foi marcada por uma ''chuva'' de papel picado verde, branco e prata. O carro trouxe uma réplica do novo estádio do Palmeiras, o Allianz Parque, inaugurado em 2014. "Que maravilha", elogiava a aposentada Lucia Pescuma, de 89 anos, palmeirense fanática que, pela primeira vez, assistia à Mancha Verde no sambódromo. "O desfile está ótimo. Acho que a Mancha tem mais chances de ser campeã do que o Palmeiras, que não anda muito bem", disse ela, de forma bem humorada sobre a má fase do clube.

A Mancha Verde foi a primeira escola a desfilar no Anhembi. Apesar de ainda não estar lotada, a arquibancada se animou com a passagem da escola. Com enredo sobre os cem anos do Palmeiras, A agremiação atraiu muitos torcedores do clube, que balançavam bandeiras e cantavam o refrão do samba.

Desabafo

Instantes antes de abrir o primeiro dia do carnaval de São Paulo, a Mancha Verde teve um desabafo do presidente da escola, Paulo Serdan, na concentração. "Contrariando o que alguns andam dizendo, a Mancha não vai cair porque a gente tem o apoio do toda a torcida do Palmeiras, com exceção do presidente do clube, que ignorou essa festa", disse ele, referindo-se a Paulo Nobre. A escola esperava o apoio da diretoria do time já que, neste ano, a agremiação tem enredo sobre o centenário do Palmeiras.

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