, O Estadao de S.Paulo

25 de janeiro de 2010 | 00h00

Uma megalópole que todos abriga com coração de mãe. E é justamente por ter uma população tão grande que apresenta tantos problemas. Há 77 anos não chovia em janeiro com tanta intensidade e os moradores que a cidade acolhe, muitos vindos de rincões onde nem há coleta de lixo, acham normal jogar lixo, móveis quebrados, fogões velhos, etc., tudo nas ruas ou nos córregos. Os jardins das casas são cimentados para dar lugar a mais vagas de estacionamento, mas a culpa de todos os alagamentos é creditada ao prefeito, sendo poucos os cidadãos que admitem a necessidade de fazer a sua parte. São Paulo é uma cidade castigada, mas ainda é a melhor capital do Brasil para viver. Esta é a declaração de amor de uma carioca que não a trocaria por nenhuma outra!

CLÉA M. CORRÊA

cleacorrea@uol.com.br

São Paulo

Saí de Piracicaba em 1971 e vim residir em São Paulo para exercer o cargo de professor. Embora sinta muita saudade dos meus amigos de infância e juventude, foi em São Paulo que constituí família. Hoje a metrópole faz aniversário. Obrigado, São Paulo, por ter-me recebido muito bem.

PAULO DIAS NEME

profpauloneme@terra.com.br

São Paulo

São Paulo, a maior cidade brasileira, fundada em 25 de janeiro de 1554 pelos padres jesuítas José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, comemora hoje seu 456.º aniversário, com muita alegria e expectativa dos 11 milhões de habitantes do seu Município e outros tantos da região metropolitana. Culturalmente, São Paulo tem a melhor infraestrutura do Brasil, com grande número de museus, cinemas, teatros e outras casas de espetáculos. São Paulo é também a capital brasileira de turismo e negócios, concentrando 70% do movimento nacional: anualmente recebe 9 milhões de visitantes para participarem de feiras, congressos e exposições, com a extraordinária média de um evento a cada seis minutos. É a cidade brasileira que mais exporta, mas as desigualdades socioeconômicas são enormes: tem zonas com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Primeiro Mundo e outras que se equiparam aos países mais pobres da África. Essa é a São Paulo querida, que tem os braços abertos para acolher gente de todo o País e do mundo.

BENONE AUGUSTO DE PAIVA

benonepaiva@yahoo.com.br

São Paulo

São Paulo, prefiro a liberdade de escolher: você. Parabéns!

TANIA TAVARES

taniatma@hotmail.com

São Paulo

Entre tapas e beijos

Depois de trocarem farpas, até com o presidente xingando os adversários com palavras chulas, o Estado estampou na primeira página de 23/1 a foto de Dilma Rousseff, Lula da Silva e José Serra, todos inúteis políticos e farinha do mesmo saco, rindo para nós, incautos eleitores brasileiros. Para consolo, vamos usar a máxima "quem ri por último ri melhor"!

ROBERTO STAVALE

bobstal@dglnet.com.br

São Paulo

"Inimigos cordiais", tudo bem... Mas Serra não precisava ter exagerado com aquela gravata vermelha.

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS

zambonelias@estadao.com.br

São Paulo

Extradições

Como cidadão, exijo saber a diferença entre Cesare Battisti e Manuel Juan Cordero Piacentini. Pois ou deveriam ser extraditados ambos ou nenhum deles.

BENEDITO DANTAS CHIARADIA

bdantas@uol.com.br

São Paulo

Ainda os gargalos

Leitor do Estado nos últimos 60 anos e assinante, não posso concordar com o editorial Os gargalos, outra vez (21/1, A3), pois o maior problema dos atrasos das obras é a questão das licenças ambientais, que são sempre dificultadas, isso quando fatos "estranhos" não ocorrem para emperrar o processo. Para dar alguns exemplos, o mais gritante foi a farsa armada pelos órgãos ambientais de São Paulo que interrompeu audiência pública em Peruíbe que tratava da discussão do Porto Brasil, na cidade, quando aceitaram um xerox entregue por um elemento não identificado como oficial de Justiça, xerox esse que seria despacho de um promotor de Santos, e ainda permitiram uma baderna provocada por "índios" (parecia um bloco de carnaval) ali colocados não se sabe por obra de quem. Voltando aos órgãos ambientais de São Paulo, também detonaram os projetos de ampliação do Porto de Santos (outra vez os caranguejos dos manguezais) e do Aeroporto de Viracopos (havia umas fontes de água milagrosa onde se implantaria o projeto). O sistema hidroviário, cada vez mais usado no mundo por ser o menos poluente e o mais barato, também foi detonado pelos "ambientalistas" de plantão, que atrasaram em quatro anos a Hidrovia Tocantins-Araguaia. Sejamos justos, assim não é possível eliminar os gargalos de que o Estado tanto reclama. Vamos ver as causas e depois apontar os culpados.

JOSÉ WAGNER LEITE FERREIRA

jwagnerferreira@terra.com.br

São Paulo

Déficit da Previdência

Finalmente uma análise justa do déficit do INSS (23/1, A3), em que fica claro que ele é ocasionado pelos benefícios rurais advindos da Constituição de 1988, em nome de todo o povo brasileiro, e pelos "ajustes" dos fundos de pensão do funcionalismo público. Assim se demonstra que o assunto déficit, por uma questão de justiça, precisa ser tratado sob três ângulos distintos: primeiro, os benefícios urbanos; segundo, os rurais - se houvesse contribuição desde 1988, iria completar 22 anos; e, terceiro, o funcionalismo público. São regimes diferentes, que não podem ser tratados como iguais. Parabéns pelo editorial. A meu ver, essa é a linha correta para tratar o assunto.

GUSTAVO GUIMARÃES DA VEIGA

gjgveiga@hotmail.com

São Paulo

Na questão do déficit da Previdência Social, deveria ser considerado "roubo" o governo incluir nesse imbróglio aposentados rurais, que nunca contribuíram. Que é preciso ajudar essa parcela da sociedade pobre, que não tem como se sustentar na velhice, não resta dúvida, mas que essa responsabilidade seja assumida pelo Estado. O Estado não tem dinheiro? Que vá atrás! Podemos dar até sugestões: acabar com o caixa 2 de empresas e pessoas físicas, terminar com a informalidade no País, cobrar com eficiência as dívidas das empresas com o INSS e fazer uma gestão sadia e eficiente. Eis um exemplo de má gestão: quando o funcionário é afastado por doença, a espera de agendamento para audiência com o médico é de até três meses, quando, muitas vezes, em um mês ele estaria apto a voltar ao trabalho. A despesa que deveria ser de apenas um mês acaba se prolongando para três por falta de médicos. Pode-se imaginar o prejuízo para os cofres da Previdência. Esse é apenas um exemplo, mas quantos desvios ocorrem e o governo não consegue resolver? Separar aposentadorias rurais das urbanas, cobrar dívidas com eficiência, melhorar a gestão e aumentar a fiscalização nas empresas informais - assim os aposentados urbanos terão justiça. Ou, então, o presidente Lulla, que adora um palanque, conte a verdade à sociedade. Conte o conto da carochinha que é aposentar-se pelo INSS no Brasil. Paga-se por um xis e se recebe só metade!

BEATRIZ CAMPOS

beatriz.campos@uol.com.br

São Paulo

Magreza esquelética

Fiquei triste ao ver alguns lances da SPFW. O setor da moda continua a fazer apologia da magreza esquelética das meninas modelos. Talvez tenhamos de presenciar mais mortes por inanição para que esse assunto volte a ser discutido e a falsa beleza oriunda de subnutrição, anorexia e bulimia volte a ser contestada.

ANTONIO ROBERTO TESTA

antonio@testa.adv.br

São Paulo

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.