Caso das meninas apedrejadas em Salto-SP é arquivado

A juíza Beatriz de Almeida Prado Costa, do Fórum de Salto (SP), arquivou por falta de provas o inquérito que apurava a morte por apedrejamento de duas adolescentes na cidade. O crime, que hoje completou dois anos, pode ir para o rol de homicídios não esclarecidos pela polícia.

JOSÉ MARIA TOMAZELA, Agência Estado

31 de maio de 2011 | 18h44

As amigas Tamires Alves Vicente, de 15 anos, e Daniela de Souza Pereira, de 16, voltavam de um baile de madrugada quando foram atacadas no loteamento Salto Ville. Elas sofreram violência sexual e foram atingidas por pedradas no rosto e na cabeça. Os corpos foram encontrados nus e as roupas estavam espalhadas entre as pedras.

A polícia chegou a deter suspeitos, entre eles dois rapazes que teriam abordado as garotas na saída do baile. Todos negaram participação no crime e não havia prova que os incriminasse. A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba passou a colaborar com a Polícia Civil de Salto, sem êxito.

Uma possível testemunha do crime que ligou para a polícia de um telefone público para informar o local onde estavam os corpos nunca foi encontrada. Familiares das vítimas querem que as investigações sejam retomadas. A Polícia Civil informou que o caso não está encerrado.

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