CFM não se manifesta sobre prisão de Abdelmassih

O Conselho Federal de Medicina (CFM) não quis se manifestar nesta terça-feira, 19, sobre a prisão do médico Roger Abdelmassih. Por meio da assessoria de imprensa, o colegiado argumentou que o profissional teve seu registro de médico cassado e, por isso, não se trata de problema da categoria, mas um caso de polícia.

LÍGIA FORMENTI, Estadão Conteúdo

19 de agosto de 2014 | 20h13

O cancelamento do registro de médico ocorreu em 2011, 21 meses depois do início das investigações. A primeira medida tomada pela categoria contra o então colega ocorreu em 2009 e foi determinada pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo com base em provas de abuso sexual praticado contra pacientes.

Na época, o colegiado estadual determinou a suspensão, cautelar, do registro de Abdelmassih.

A medida teve duração de seis meses. Terminado o prazo, foi renovada por igual período.

Pouco antes de vencer a segunda suspensão temporária, o Cremesp julgou o cancelamento definitivo do registro profissional do médico. Somente nove meses depois, no entanto, é que o Conselho Federal de Medicina homologou a decisão do Cremesp e proibiu definitivamente o profissional de exercer a medicina.

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