Chefe de missão, Lula diz que relação com África é estratégica

Chefe da missão brasileira para a cúpula da União Africana na Guiné Equatorial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira que a relação entre o Brasil e a África continuará tendo prioridade no governo Dilma Rousseff.

REUTERS

30 Junho 2011 | 18h35

"A relação com a África é estratégica para o Brasil", disse Lula no primeiro dia do evento, segundo nota divulgada por sua assessoria.

"É total a disposição brasileira em cooperar com o desenvolvimento da infraestrutura, em particular na geração de energia elétrica a partir de usinas hidrelétricas e também com a transferência de tecnologia na produção de etanol e de energia elétrica a partir da biomassa", disse Lula na cúpula realizada em Malabo, capital da Guiné Equatorial.

Segundo o ex-presidente, Dilma "manda um sinal inequívoco" de que dará continuidade e aprofundará as relações com o continente africano ao nomeá-lo como chefe da delegação que representa o Brasil no evento.

No governo Lula, houve uma forte política de aproximação do Brasil com países africanos, quadruplicando as relações comerciais com o continente, que chegaram a 20,5 bilhões de dólares no ano passado.

Lula agradeceu ainda os países africanos pelo apoio à eleição de José Graziano, ex-ministro da Segurança Alimentar, para o cargo de diretor-geral do órgão da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO).

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