Chefe do Windows, que era cotado para ser CEO, deixa empresa

O executivo mais esperado para ser o próximo presidente-executivo da Microsoft deixou a maior produtora mundial de software apenas duas semanas depois de ter lançado o sistema operacional Windows 8, à medida que o CEO Steve Ballmer se move para reforçar seu poder na companhia.

BILL RIGBY, Reuters

13 de novembro de 2012 | 14h57

A saída do veterano Steven Sinofsky, que tinha 23 anos de casa e liderava a unidade Windows da Microsoft, é a última e mais proeminente saída de um executivo da companhia, que luta para ter presença importante em computação móvel frente a rivais como Apple e Google.

O movimento foi inesperado e nem a Microsoft ou Sinofsky deram qualquer explicação, embora um executivo na companhia, que pediu para não ser identificado, tenha dito que a decisão foi "mútua" e que não esperava que Sinofsky assuma um trabalho em outra empresa logo.

"É uma notícia chocante. É muito surpreendente", disse o analista Brendan Barnicle, da Pacific Crest Securities. "Como muitas pessoas, eu pensava que Sinofsky estava no caminho de ser um potencial sucessor de Ballmer."

Sinofsky, 47, começou a trabalhar na Microsoft em 1989 e foi assistente técnico de Bill Gates.

Ele será sucedido por Julie Larson-Green, que vai liderar a divisão de hardware e software Windows, e por Tami Reller, que continuará como vice-presidente financeiro da unidade Windows. Os dois reportarão diretamente para Ballmer.

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