China confirma mais casos da gripe H1N1; Japão reabre escolas

Escolas no oeste do Japão reabriram as portas nesta segunda-feira após o número de infecções da gripe H1N1 ter se estabilizado no país, mas China, Austrália e Coreia do Sul anunciaram novos casos confirmados da doença.

REUTERS

25 de maio de 2009 | 08h20

O vírus H1N1, que ficou conhecido como gripe suína, já infectou mais de 12.000 pessoas em 43 países e causou 86 mortes, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, que deve declarar uma epidemia global da doença.

A chefe da OMS, Margaret Chan, disse na sexta-feira que o mundo tinha que se preparar para mais casos severos e mortes causadas pelo H1N1.

O Ministério da Saúde do Japão confirmou na noite de domingo que 343 pessoas foram infectadas no país. Cerca de 4.500 escolas foram fechadas na semana passada para tentar impedir a disseminação do vírus, que atingiu principalmente adolescentes nos Estados de Osaka e Hyogo, no oeste do país.

O Japão é o país mais afetado pela doença na Ásia em termos de disseminação do novo vírus H1N1.

Na China, as autoridades de saúde confirmaram dois novos casos da gripe no domingo e mais dois nesta segunda-feira, elevando o total de casos confirmados no país para 11.

Cada um dos novos casos foi em uma parte separada do país, o que indica que o vírus ainda não tem disseminação sustentada dentro da nação de 1,3 bilhão de habitantes.

Coreia do Sul e Austrália também registraram um aumento nos casos confirmados, para 23 e 17, respectivamente.

(Reportagem de Isabel Reynolds em Tóquio, Chris Buckley em Pequim, Miyoung Kim em Seul e Rob Taylor em Canberra)

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