China vira destino de joias roubadas da Tiffany em SP

A polícia recuperou 32 das 272 peças roubadas da joalheria Tiffany do Shopping Cidade Jardim, em maio de 2010, e descobriu nova rota usada por receptadores de joias: de São Paulo para a China.

AE, Agência Estado

10 de fevereiro de 2011 | 08h33

A comerciante chinesa Ceng Chumee, de 42 anos, mantinha em seu apartamento na Aclimação dez anéis da grife. Admitiu ter enviado oito peças a seu país e policiais acreditam que ela tenha vendido na China outra parte do lote roubado.

Presa na sexta-feira, ela confessou ter recebido as joias do comerciante Nelson José da Silva, de 51 anos, capturado horas antes na Vila Belmiro, em Santos, litoral paulista. Na casa dele, havia 20 peças da Tiffany.

"Ladrões estavam havia oito meses com essas joias sem conseguir comprador. Esse contato na região da 25 de Março (onde Ceng mantinha pequena loja popular de presentes) foi um achado", conta o delegado Adilson da Silva Aquino.

Segundo a polícia, Ceng levou as joias pessoalmente à China. E contou que oito peças continuam com parentes. Policiais negociam a entrega dessas joias. As informações são do Jornal da Tarde.

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