Cidades reaproveitam madeira para a confecção de móveis

Em Guarulhos, um projeto de aproveitamento de resíduos implantado há três anos virou referência para outras cidades. Em uma serraria da prefeitura são confeccionados bancos de praça, decks, brinquedos e pranchas de madeira. "Gastávamos cerca de R$ 50 mil em madeira por ano antes de montar a serraria. Hoje, não gastamos mais nada e ainda conseguimos dar um destino nobre para esse material", conta o engenheiro agrônomo Júlio de Sá, da Secretaria do Meio Ambiente.

, O Estado de S.Paulo

30 de junho de 2010 | 00h00

Em Campinas, o projeto Madeira Urbana, que começou no início do mês, produz mesas e cadeiras com madeira oriunda de poda. "Conseguimos quantificar o CO2 fixado num móvel. Com isso, sabemos o quanto estamos deixando de emitir ao fazer uma mesa ou cadeira com uma madeira que apodreceria em um aterro", diz Rodolpho Schmidt, um dos sócios da Companhia Brasileira de Florestas Tropicais. "Damos outra vida para a árvore. Criamos um sistema em que é possível rastrear a árvore que deu origem ao móvel". Segundo ele, em Campinas há mais de mil pedidos de poda por mês feitos no Departamento de Parques e Jardins. / K.N.

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