Cinco curiosidades sobre o bairro do Ibirapuera

Cinco curiosidades sobre o bairro do Ibirapuera

O nome Ibirapuera significa "árvore apodrecida" em tupi-guarani e a região ficava em uma área que era um grande lamaçal

O Estado de S. Paulo

27 Novembro 2014 | 14h04

1. O Ibirapuera não é o maior parque, mas é o mais frequentado 

O 1,5 milhão de metros quadrados do parque perde para os 79 milhões de metros quadrados do Parque Estadual da Cantareira. Entre os municipais, o Anhanguera é o maior, com 9 milhões de metros quadrados. Apesar de perder em tamanho, o Ibirapuera é o mais frequentado: chega a receber 150 mil pessoas por fim de semana.

2. Oscar Niemyer não foi a primeira opção para o parque 

O arquiteto Oscar Niemeyer só foi escolhido para fazer o projeto do parque porque houve um desentendimento entre a primeira equipe, formada por sete arquitetos, entre eles Rino Levi e Oswaldo Bratke.

3. Região do Ibirapuera quase virou aeroporto 

Em 1935, a Viação Aérea São Paulo (Vasp, fundada dois anos antes) lançou a ideia de aproveitar o terreno vazio para a construção de um aeroporto. De acordo com atas da Sociedade Amigos da Cidade, as vantagens apresentadas pela companhia seriam de que aquela área constituiria "um campo seguro, próximo e livre de neblina". O projeto não foi adiante. No ano seguinte, a cidade ganharia o Aeroporto de Congonhas.

  4. Região do bairro do Ibirapuera era um grande lamaçal

O nome Ibirapuera significa “árvore apodrecida” em tupi-guarani e a região ficava em uma área que era um grande lamaçal. Para tentar drenar a área pantanosa, foram plantados ali eucaliptos, uma ideia do funcionário público Manuel Lopes de Oliveira, um apaixonado por botânica. Hoje, o viveiro que deu origem ao parque leva seu nome, Viveiro Manequinho Lopes.

5. Monumento às Bandeiras ganhou o apelido carinhoso de “empurra-empurra”

Um dos principais cartões postais da cidade, o Monumento às Bandeiras foi concluído após 30 anos de trabalho do escultor Victor Brecheret, em 1953. A obra, uma homenagem aos bandeirantes paulistas, ganhou dos paulistanos o carinhoso apelido de “empurra-empurra”, “deixa que eu empurro” ou “não empurra”. Isso porque das pessoas representadas na obra apenas o último da fila estaria realmente tentando empurrar a canoa. Outra curiosidade é que o próprio Brecheret é um dos personagens representados no monumento.

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