Cinco tipos de viajantes. Para ler e se divertir

Agitado, gastador, independente... Não adianta querer negar: é difícil encontrar quem não se identifique nem um pouquinho com alguma dessas figuras clássicas

Ilustrações: Carlinhos Müller/AE,

14 de janeiro de 2011 | 10h00

 

FAST-FOOD

Assim como as redes de alimentação rápida, gosta de fazer muito em pouco tempo. Num roteiro de dez dias na Europa, por exemplo, tenta encaixar 20 cidades em 8 países. Não conta com a possibilidade de perder tempo e cronometra as visitas aos pontos turísticos. Restaurantes que demoram a atender o cliente? Nem pensar. Ele prefere comer um cheeseburguer e correr para o trem que parte para Madri em 10 minutos.

Dica: Nem sempre é possível visitar todas as cidades que se deseja numa só viagem. Respire e lembre-se de aproveitar o que cada lugar oferece.

 

 

PIÑA COLADA

Só quer saber de curtir um drinque na beira da piscina do resort, de frente para o mar e de pés para cima. O que importa é estar num lugar tranquilo e se deslocar o mínimo possível. Prefere o aconchego do hotel a conhecer pontos turísticos como museus e igrejas. Disponível nas versões homem e mulher.

Dica: Faça uma boa pesquisa sobre o destino. Verifique a estrutura do resort e a programação para a semana da sua visita. Eles podem estar com um grande evento na agenda - e isso estressa quem só quer tomar uma piña colada em paz.

 

 

COMPULSIVO

Viaja mesmo com o objetivo de fazer compras. Os principais pontos da cidade certamente estão no roteiro, mas não de forma a atrapalhar as longas jornadas em outlets, de olho nas promoções de marcas que custam uma fortuna no Brasil. Sempre sabe o horário de funcionamento das lojas e como usar bem os cupons de desconto. Não hesita se tiver de disputar uma bolsa do último modelo.

Dica: Voltar de Nova York sem conhecer a Estátua da Liberdade ou o Central Park é o mesmo que não ter ido. Programe-se para satisfazer seus desejos de consumo e visitar pelo menos o básico.

 

 

CÂMERA LENTA

Faz questão de apreciar tudo com calma. Para ele, incluir na programação do dia visita a mais de quatro pontos turísticos não tem sentido. Além de pesquisar bem as atrações da cidade, prefere ficar cinco horas em um museu a visitar três, com pressa, no mesmo intervalo de tempo. Também não poupa tempo em cafés e restaurantes.

Dica: Conhecer bem um lugar é ótimo. Mas tenha em vista que nem toda atração merece tanta atenção.

 

BY MYSELF

Um bom mapa e um mochilão com itens básicos são suficientes. Como tem senso de independência aguçado, prefere fazer tudo por conta própria. Descola, sozinho, o hotel com o preço mais acessível, o restaurante mais autêntico, aquela entrada de última hora para um show. Seu forte é fazer amigos em qualquer lugar. Quando volta para casa, já tem lista de hospedagem garantida em diferentes países.

Dica: Ao espírito livre e aventureiro, resta recomendar bom senso (aquelas coisas como evitar lugares ermos, ficar atento às companhias, etc) e boa sorte.

 

 

 

Veja também:

linkPara gastar (bem) pouco em Nova York

linkEuropa no inverno: manual de instruções

link Bola da vez

link No souk, compras e contato com a cultura local

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