Cinzas de vulcão não devem avançar pelo País, diz FAB

A nuvem de cinzas do vulcão chileno, que voltou a atingir hoje a Argentina, o Uruguai e uma parte do município brasileiro de Chuí, no extremo Sul, deve ficar restrita à região.

MARCELA GONSALVES, Agência Estado

13 Junho 2011 | 15h09

A informação foi repassada pela Força Aérea Brasileira (FAB) com base em boletim emitido pelo Volcanic Ash Advisory Centers da Argentina, instituto responsável pelo monitoramento da situação no Cone Sul. Se mantidas as atuais condições atmosféricas, a nuvem não deve avançar sobre o espaço aéreo brasileiro.

A nuvem vulcânica está gerando problemas para a aviação desde o início da semana passada. Desde então, vários voos internacionais foram suspensos, além de voos para Porto Alegre e Foz do Iguaçu.

Hoje, a Infraero registrou 24 cancelamentos de voos internacionais em todos os aeroportos do País. Boa parte deles pode ter sido afetada pela atividade do vulcão.

No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foram registrados 11 cancelamentos de voos para Buenos Aires, entre 6h e 15h, e quatro para Montevidéu. Em relação às chegadas, foram cancelados sete voos de Buenos Aires e um de Montevidéu.

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