Cobre tem pico de um mês com esperança de medidas na China e EUA

O cobre subiu para o pico de um mês nesta quinta-feira pelo terceiro dia, impulsionado pelas esperanças de que os governos da China e dos EUA podem lançar mais medidas de estímulos para reanimar suas economias, elevando a demanda por metais.

Reuters

23 de agosto de 2012 | 12h37

O metal subiu depois de indicações, na ata do Federal Reserve dos EUA , de que pode haver plano de estímulo e depois de dados de desaceleração na produção industrial chinesa, que aumentaram as perspectivas de mais medidas no país que mais consome matéria-prima.

Alguns analistas, no entanto, estão desconfiados da força do movimento no cobre, que subiu 4 por cento nesta semana, após as mínimas de segunda-feira, rompendo o intervalo de negociação recente.

"Não acredito que seja um movimento real. Eu acho que muito do que estamos vendo é a cobertura de vendidos no momento. Eu acredito que precisaremos ver um pouco mais do lado macro", disse o analista Wiktor Bielski, da VTB Capital, em Londres.

O cobre com vencimento em três meses na bolsa de Londres subiu 0,9 por cento nas negociações oficiais para 7.675 dólares por tonelada, recuando de um pico intradia de 7.705 dólares, o mais alto desde 20 de julho.

O cobre caiu 12 por cento desde atingir o pico de 8.765 dólares em fevereiro. Ele saiu do intervalo de 7.300 e 7.600 dólares no qual esteve preso por muitas semanas.

(Reportagem de Eric Onstad, com reportagem adicional de Melanie Burton em Cingapura)

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