Coin-Coin, Qua Qua, Quek, Quem-quem, Kria: a ‘língua’ do pato muda conforme o país

19 de agosto de 2010 | 11h00

Do Sul ao Norte. Pato ao Tucupi é prato típico da culinária amazônica.

 

 

 

França

As raças mais populares na França são o barbarie, o de Rouen, o de Challans (é a espécie usada pelo célebre restaurante parisiense La Tour d’Argent que serve patos numerados) e o moulard, um híbrido estéril, resultado do cruzamento de duas espécies, muito usado para a produção de foie gras e magret.

 

 

Inglaterra

Ingleses costumam comer o pato assado e servido com purê de maçã. Outra receita bem popular é o welsh salt duck, em que a ave é salgada antes de ser cozida

 

 

Hong Kong

A receita mais famosa com o pato ali é a lop cheung, uma linguiça de carne de pato prensado e seca ao vento

 

 

Estados Unidos

Long Island, no Estado de NY, dá nome à melhor das raças americanas. Descendente do pato branco de pequim (um mallard), foi importado da China no séc. 19. Inicialmente criado em Connecticut, foi em Long Island que o negócio floresceu. Entre os gumbos (ensopados típicos da cozinha cajun, na Louisiana), há um feito com pato inteiro

 

 

Brasil

O pato está presente em duas cozinhas geograficamente opostas. No Norte do País tem o pato no tucupi, representativo da culinária amazônica. E Santa Catarina tem o marreco recheado com repolho roxo, herança dos imigrantes alemães. A Villa Germania, no Estado, se destaca pela criação de moulard para produção de magret e foie gras. O mercado brasileiro consome um terço da produção. O restante vai para o Japão, Hong Kong e Oriente Médio

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