Colégios inovam em projetos tecnológicos

Um projeto do Rio de Janeiro, outro de Santa Catarina, um terceiro de Pernambuco e um último de Minas são os que mais apresentam característica de inovação tecnoeductiva em todo o País.

Ocimara Balmant, O Estado de S.Paulo

13 Junho 2011 | 00h00

Este é o resultado de um levantamento que a Fundação Telefônica apresenta na quarta-feira em São Paulo, com participação dos representantes dessas iniciativas.

"Mapeamos quando a inovação contribui para a educação a partir de três dimensões: a qualidade educativa, a integração de tecnologias e as tendências tecnológicas envolvidas", explica Marcia Padilha, coordenadora do Instituto de Desenvolvimento de Inovação Educativa (IDIE), responsável pela realização do trabalho, que analisou 60 projetos.

Inovadores. De Belo Horizonte, o projeto Cartografias de Sentidos nas Escolas usa internet, celular, audiovisual e videogames para construir um mapa sensorial da cidade que traz depoimentos de seus habitantes, seus sons e cores característicos.

Na experiência de Petrópolis (RJ), os alunos desenvolvem o raciocínio lógico à medida em que aprendem linguagens simples de programação. O projeto trabalha, ainda, com as novas profissões digitais por meio da simulação de uma empresa multimídia e produz materiais pedagógicos para a escola e outros interessados usarem.

O desenvolvimento e a implementação de um sistema de experimentação remota, na área de física, com acesso livre via Web, é o projeto desenvolvido em Araranguá (SC).

Cem mil alunos, 3.738 professores e 1.889 escolas da rede estadual participam, em Recife e no Rio de Janeiro, da Olimpíada de Jogos Educacionais. A competição colaborativa envolve desafios com games e enigmas e acontece dentro do ambiente digital.

Após todas as fases da competição, as equipes que fizeram mais pontos entre todas as escolas, separadas por nível médio e fundamental, disputam a grande final. Esse evento pode ser on-line ou presencial.

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