Com a ponta ameaçada, Palmeiras seca rivais

O sucesso ou fracasso dos rivais vai determinar a pressão que o Palmeiras enfrentará na quinta-feira, contra o Goiás, no Palestra Itália. O líder não fez a lição de casa e agora corre o risco de perder a ponta antes de entrar em campo. Hoje, é dia de secar São Paulo, Flamengo e Internacional em clássicos regionais.

Bruno Deiro, O Estadao de S.Paulo

25 de outubro de 2009 | 00h00

A derrota para o Santo André por 2 a 0, no ABC, obrigou o Alviverde a torcer por tropeços dos adversários no complemento da rodada. Para piorar, entra em campo por último nos próximos jogos do meio de semana.

Para o torcedor palmeirense, São Paulo e Internacional são os que mais preocupam. As duas equipes, atualmente 5 pontos atrás, jogam entre si quarta-feira, no Morumbi. Se vencerem hoje seus respectivos clássicos, chegarão a 52 pontos e somente um empate entre os dois manterá a liderança do time de Muricy Ramalho, que tem 54.

Jogadores e comissão técnica do Palmeiras viajam amanhã para Atibaia e só voltam a São Paulo na quarta-feira à noite, um dia antes da partida com o Goiás.

PROBLEMAS EM CASA

Para o jogo de quinta-feira, que poderá ter ares de decisão, Muricy perdeu dois jogadores. Vagner Love, expulso contra o Avaí, cumprirá mais um jogo de punição. Bem mais preocupante é o caso do meia Cleiton Xavier, que vai ficar fora por um mês, por conta de uma lesão na coxa direita.

Não bastassem os desfalques, o Palmeiras tem a obrigação de voltar a mostrar um bom futebol diante de sua torcida. A derrota por 2 a 0 para o Flamengo encerrou a invencibilidade do líder no Palestra Itália - o time já vinha de um empate em casa com o Avaí (2 a 2).

A boa notícia foi a manifestação da torcida ontem pela manhã na porta da Academia, que ostentou faixas dizendo "Nós acreditamos", mas também pediu "raça" ao grupo.

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