Comissão concede anistia a Paulo Freire

A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça considerou ontem, por unanimidade, o educador pernambucano Paulo Freire, morto em 1997, como anistiado político. Segundo o órgão, Freire foi punido durante a ditadura militar por "identificar na alfabetização um processo de libertação dos oprimidos". Caso o ministro da Justiça concorde com a decisão, a portaria deve ser publicada ainda este ano. Com isso, a viúva do educador, Ana Maria Araújo, deve receber indenização de 480 salários mínimos.

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