Comissão fala em tolerância zero para erros

Paulo César de Oliveira e o auxiliar Alberto Poletto Masseira podem ter sido apenas os primeiros a receber uma severa punição da Comissão de Arbitragem. Segundo o tenente-coronel Marcos Marinho, a arbitragem está na marca do pênalti e erros não serão tolerados.

, O Estadao de S.Paulo

23 de janeiro de 2010 | 00h00

Após a falha de Paulo César, anteontem, Muricy Ramalho alertou: "Pela palestra que tivemos, o árbitro que errar vai ter problemas." O treinador se referia aos encontros dos clubes com a Comissão de Arbitragem, antes de o Campeonato Paulista começar.

De acordo com Muricy, Marinho prometeu que os árbitros seriam punidos por falhas grosseiras. "Essa punição já mostra o que falamos", confirmou o tenente-coronel. "Não vamos admitir erros graves."

Apesar de confirmar o rigor nas análises da atuação dos árbitros, Marinho diz que não vai aceitar pressão dos clubes. "Não adianta pedirem para punir um árbitro. Se a gente achar que o lance foi interpretativo não vamos punir ninguém."

Marinho não acredita que um grave erro logo na segunda rodada da competição possa colocar em xeque toda a arbitragem. "Trabalhamos para que os erros diminuam. Mas em todo mundo o juiz vai errar, é humano", falou. "O grave é repetir o mesmo erro e isso preocupa."

Luiz Gonzaga Belluzzo pediu que a arbitragem seja modernizada. "Não pode ficar tudo nas costas de uma pessoa só." Apesar de ter reclamado bastante da atuação de Paulo César, o presidente reconheceu que o time não foi bem no empate com o Barueri. "O Palmeiras oscilou muito no jogo."

Ontem, o volante Edinho foi apresentado e afirmou sonhar com a vaga de titular. Amanhã, o desafio do time é contra o Ituano, no Palestra Itália.

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